Personal Coaching 1ª Fase - Carreiras Jurídicas - 5 Meses

 

Para a carreira de Magistratura, os encontros dos novos alunos somente serão agendados a partir de 12/04/17

 

NOTA: Em razão de decisão do Conselho Nacional de Justiça, informamos que não há magistrados realizando coaching neste momento.

 

Objetivo:

Em 1830, na Universidade de Oxford, Inglaterra, o termo coaching - etmologicamente relacionado a transporte - passou a ser utilizado no sentido de preparação, com o fim de levar um estudante do ponto onde ele estava para o ponto almejado (nos estudos). Ou seja, o Coach original desempenha o papel de um professor ou orientador de estudos (mentor ou tutor), que ensina seus alunos (ou Coachees) a estudarem e a se preparem da melhor maneira possível para alcançar seus objetivos acadêmicos. O uso dessa expressão no âmbito dos esportes veio posteriormente, em 1861. Recentemente, o conceito original adquiriu contornos próprios em sua aplicação no âmbito empresarial - que se distingue do coaching com finalidade pedagógica (razão pela qual alguns especialistas têm preferido a utilização da expressão mentoring neste caso). 

Nesse contexto, o objetivo do nosso Coaching de 1ª Fase é ensinar técnicas de estudo voltadas especificamente para as carreiras almejadas, programando e direcionando o estudo dos alunos, e adaptando-as, caso necessário, ao longo do período contratado, de acordo com a evolução mensal de cada um.

O acompanhamento é adaptado conforme o concurso de interesse do aluno.

Duração do acompanhamento: 5 ou 7 meses

Cronograma (5 meses):

Inicialmente, são enviados ao aluno um questionário personalizado para traçar o perfil de estudo e uma prova objetiva, cujas respostas devem ser enviadas para o email da CP Iuris em até 7 dias.

A resolução da prova deve simular as condições usualmente adotadas pelas bancas examinadoras e todas as questões devem ser respondidas em 4 horas e 30 minutos, ininterruptamente, sem consulta a nenhum material de apoio.

O objetivo dessa etapa é que o professor tenha real noção do nível de conhecimento do aluno e das matérias em que apresenta maiores dificuldades.

O primeiro encontro é a oportunidade de o professor conhecer a história de vida de seu aluno, suas dificuldades, seus pontos fortes, seus problemas e seus sonhos.

Nesse momento, é fundamental que o aluno seja absolutamente sincero no tocante ao tempo disponível para estudos diários e semanais.

A partir das respostas colhidas no questionário personalizado, do nível de conhecimento atual do estudante e do seu tempo disponível para estudos e levando-se em consideração as demais informações obtidas no primeiro encontro, o professor ensinará como o aluno deverá estudar daí em diante e transmitirá orientações sobre a preparação para provas objetivas, bem como montará, em até 48 horas, o plano do primeiro ciclo de estudos do candidato, já com a bibliografia indicada e com os ramos do Direito a serem enfrentados nessa etapa.

Programa do primeiro ciclo em mãos, é hora de estudar!

Durante o esse primeiro ciclo, o candidato pode enviar emails para o professor a fim de tirar dúvidas sobre como estudar e narrar eventuais dificuldades vivenciadas no cumprimento do cronograma.

O professor é, além de tudo, um grande apoiador do sonho de seu aluno. A vitória do aluno é também uma realização pessoal e profissional do professor!

Ao final do primeiro encontro, já fica agendado o segundo encontro. Cada encontro acontece entre 30 e 45 dias após o anterior.

No segundo encontro, o aluno narra como foi a execução do primeiro ciclo. Em observância ao edital e considerando o nível de dificuldade em determinadas matérias, o professor elabora o programa de estudos do segundo ciclo, avançando nas matérias comumente presentes nos editais da carreira alvo.

Nos próximos dois encontros (terceiro e quarto), a técnica é repetida, alterando-se as matérias, de maneira que o aluno estude os ramos do direito que se fazem presentes no edital da carreira almejada.

Nessa etapa, é realizada a avaliação dos objetivos já cumpridos e das dificuldades encontradas ao longo das etapas anteriores.

Com base em tal análise, elabora-se o roteiro de estudos do último mês.

Ademais, são fornecidas instruções de estudo específicas para as semanas anteriores à prova e orientações gerais sobre o quê e como estudar após o término do coaching.

 

* No coaching de 7 meses, o aluno tem direito a 6 encontros individuais.

 

CORPO DOCENTE:

Coaching para Procuradorias:

ALAN MARQUES tornou-se Procurador do Estado de Goiás aos 26 anos. Antes de se tornar Procurador, foi aprovado para a prova oral do concurso da magistratura do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, mas não pôde realizá-la em virtude de não possuir, à época, 3 anos de prática jurídica. Ainda na faculdade, foi aprovado no concurso de Advogado da Caixa Econômica Federal em 8º lugar e no de Assistente Técnico Administrativo do Ministério da Fazenda.

RAFAEL GONÇALVES SANTANA BORGES tornou-se Procurador do Estado de Goiás aos 24 anos. Foi aprovado, também com 24 anos, em 3º lugar no concurso nacional para Procurador do Banco Central, obtendo a segunda maior nota da prova oral (97,01). Logrou aprovação no concurso de Defensor Público do Estado do Tocantins (24º lugar) poucos meses após sua colação de grau (2013). Aprovado igualmente para o cargo de Procurador do Município de São Paulo e chegou à última fase (teste de aptidão física) do concurso para Delegado da Polícia Civil do Paraná, não a realizando em virtude de coincidência de datas com outros certames.

Coaching para Magistratura: 

MARIANA FRIZZERA É Advogada do Senado. Aos 26 anos, foi aprovada no XIII Concurso para Juiz Federal da 1ª Região, encontrando-se sub judice por não ter os três anos de prática jurídica. Antes de ser Advogada do Senado, foi Advogada da União (2009) e Analista Judiciária do STF (2008). Também foi aprovada, entre outros, nos concursos de Analista Judiciário do TST (2007), do TRT da 1ª Região e do STJ (2008). É mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente, ocupa o cargo de Secretária da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado. 

Coaching para Defensoria Pública:

ANDRÉ ALISSON LEAL TEIXEIRA, aprovado para Promotor de Justiça do MPDFT (previsão de nomeação em agosto/2016) e para Defensor Público do Ceará. Atualmente, é Analista Judiciário no STF (aprovado quando ainda estava no 8º semestre do curso de Direito), lotado no gabinete do Ministro Teori Zavascki. Também obteve aprovação para Oficial de Justiça nos TRF's da 1ª e da 5ª Regiões, para Técnico Judiciário do TST e para Agente Administrativo da Polícia Federal (cargo para o qual foi nomeado aos 18 anos de idade).

Coaching para Delegado:

ADRIANO CHAVES VALENTE foi aprovado ainda na faculdade no concurso de analista judiciário do STJ, onde sempre trabalhou como assessor de ministros, época em que atuou também como colaborador do CESPE na elaboração de provas para concursos e exames da Ordem. Em 2010, tornou-se delegado de polícia no Distrito Federal, exercendo atualmente o cargo de Chefe Adjunto da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado. É co-autor dos livros “O Novo direito Administrativo Brasileiro – O Estado, as agências e o terceiro setor” e “O Novo direito Administrativo Brasileiro – O público e o privado em debate” e possui especializações em Gestão de Segurança Pública e Gestão de Polícia, entre outras pós-graduações

Coaching para Ministério Público:

ANDRÉ ALISSON LEAL TEIXEIRA, aprovado para Promotor de Justiça do MPDFT (previsão de nomeação em agosto/2016) e para Defensor Público do Ceará. Atualmente, é Analista Judiciário no STF (aprovado quando ainda estava no 8º semestre do curso de Direito), lotado no gabinete do Ministro Teori Zavascki. Também obteve aprovação para Oficial de Justiça nos TRF's da 1ª e da 5ª Regiões, para Técnico Judiciário do TST e para Agente Administrativo da Polícia Federal (cargo para o qual foi nomeado aos 18 anos de idade).

RODRIGO DE OLIVEIRA MACHADO é Promotor de Justiça Adjunto do MPDFT. Aprovado no último concurso do MPDFT em 09º lugar. Aprovado também nos concursos de Promotor de Justiça do Ministério Público de Roraima (6º lugar) e Analista Judiciário do TJDFT (2º lugar). Foi advogado orientador do Núcleo de Assistência Jurídica do Centro Universitário de Brasília -Uniceub. Pós-graduação em "A ordem jurídica e o Ministério Público" e "Direito Indisponíveis". Autor de "Aplicação da Lei Maria da Penha a homens vítimas de violência doméstica" (Ed. Sal da Terra) e "A natureza da Ordem dos Advogados do Brasil" (Ed. Sal da Terra).

Coaching para OAB ou Analista de Tribunais:

MARIANA FRIZZERA É Advogada do Senado. Aos 26 anos, foi aprovada no XIII Concurso para Juiz Federal da 1ª Região, encontrando-se sub judice por não ter os três anos de prática jurídica. Antes de ser Advogada do Senado, foi Advogada da União (2009) e Analista Judiciária do STF (2008). Também foi aprovada, entre outros, nos concursos de Analista Judiciário do TST (2007), do TRT da 1ª Região e do STJ (2008). É mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente, ocupa o cargo de Secretária da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado. 

ADRIANO CHAVES VALENTE foi aprovado ainda na faculdade no concurso de analista judiciário do STJ, onde sempre trabalhou como assessor de ministros, época em que atuou também como colaborador do CESPE na elaboração de provas para concursos e exames da Ordem. Em 2010, tornou-se delegado de polícia no Distrito Federal, exercendo atualmente o cargo de Chefe Adjunto da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado. É co-autor dos livros “O Novo direito Administrativo Brasileiro – O Estado, as agências e o terceiro setor” e “O Novo direito Administrativo Brasileiro – O público e o privado em debate” e possui especializações em Gestão de Segurança Pública e Gestão de Polícia, entre outras pós-graduações

 

 

 

Para a carreira de Magistratura, os encontros dos novos alunos somente serão agendados a partir de 12/04/2017

 

Valor do investimento

R$ 1.540,00

* NÃO COBRAMOS HONORÁRIOS DE SUCESSO

 

Forma de Pagamento

 

PagSeguro à vista, podendo ser parcelado diretamente com o PagSeguro, nos termos e condições propostos por esse serviço financeiro, que não possui vinculação com o CP Iuris.

 

 

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